Presidente Trump arrasa em discurso na White House: Bi(e), Bi(e)..Biden!

Trump tem razões para estar confiante: a Convenção do Partido Republicano foi um enorme sucesso, dando-lhe momentum para dia 3 de Novembro.

Joe Biden teve uma noite difícil. Muito difícil. Na verdade, cremos, cada vez mais, que o próprio Biden já sente (pressente? Sabe?) que irá perder sem dó, nem piedade, no próximo dia 3 de Novembro. É lamentável que a única arma política dos democratas seja…o recurso literal às armas. À violência mais vil, espalhada pelas maiores metrópoles norte-americanas. Lamentável – no entanto, é uma demonstração cabal da decadência moral e cívica dos auto-apelidados progressistas.

Com a ajuda dos terroristas da Venezuela e de Cuba, promovem o medo, a discórdia, a divisão, o conflito entre os norte-americanos. Esta é uma clara ingerência de potências estrangeiras no processo político-eleitoral norte-americanos, a qual esperamos que seja cabalmente investigada e sancionada pelo Congresso. E, havendo matéria criminal, severamente sancionada pelas autoridades de segurança nacional e justiça norte-americanas.

Contudo, em momento em que o mundo é infligido de negatividade minuto após minuto nos media tradicionais, falemos de esperança. Falemos da luz de esperança que brilha em Washington D.C – os EUA são, como tantas vezes ao longo dos últimos (quase) dois séculos e meio da história, a última melhor esperança da Humanidade.

O Presidente Trump, no seu primeiro mandato, provou que a expressão “líder do mundo livre” não é apenas uma expressão retórica: sempre que a liberdade está em perigo, o povo americano ergue-se e reclama a sua herança histórica singular e a sua inspiração divina.

A larguíssima maioria dos cidadãos norte-americanos sabe que somos todos criados iguais e dotados de liberdades fundamentais para além e contra o Estado; Joe Biden e os seus apoiantes da esquerda radical (e os seus aliados em Pequim!) vivem na suposição de que só valemos enquanto criação do Estado, sendo o Estado que determina a medida da liberdade de cada um.

 Daí que a violência dos movimentos inorgânicos patrocinados pelo terrorismo internacional sejam acarinhados por Joe Biden e este novo Partido Democrata radical: para eles, não há Deus, nem Direito Natural que se lhes imponha. Eles querem ser os novos Deuses, formulando, da elite para o povo, uma nova teologia estatal, repleta de dogmas incontestados e incontestáveis.

O povo americano rejeitou a federação da esquerda radical com a direita dos interesses em 2016. O povo americano rejeitará a federação da esquerda radical, violenta e criminosa, com a direita cobarde novamente no próximo mês de Novembro. Foi muito curioso ver a reação da CNN e demais “fake news” ao discurso do Presidente Trump, no término da Convenção do Partido Republicano: os jornalistas já tinham uma cartilha com os “talking points” preparados para denunciar o discurso ultrapartidário, dirigido apenas ao seu eleitorado, “pouco presidencial” de Donald Trump.

Que o Presidente Trump tinha acabado de acicatar o ódio racial e as divisões sociais nos EUA. Ora, esta é a primeira nota a reter sobre o discurso: o Presidente Trump – revelando, uma vez mais, a sua inteligência analítica e a sua perspicácia estratégica – virou o jogo a seu favor.

 Fez exatamente o contrário do que os jornalistas e analistas estavam à espera (daí que tenha sido um pouco confrangedor assistir à confusão destes, sem saber bem o que dizer nos minutos seguintes ao encerramento da Convenção do GOP…). Trump fez, pois, o que ensina no seu “The Art of the Deal”: utilizar a surpresa como arma negocial. Confundir o adversário, não caindo nas suas armadilhas. Os jornalistas queriam o candidato Trump; Trump ofereceu-lhes o Presidente Trump.

Para além de confundir os jornalistas e os críticos, Presidente Trump conseguiu um outro efeito essencial: alargar a sua base de apoio. Como?

 O eleitorado tradicional e indefetível de Trump é conquistado diariamente. Pelos sucessos governativos da atual Administração norte-americana e pelo estilo inconfundível do Presidente Trump nas suas declarações diárias (por meios convencionais e não convencionais).

Com este discurso mais formal, mais clássico, a partir da “White House”, o Presidente Trump pretendeu alargar a sua base natural de apoio, visando alcançar os eleitores democratas moderados.

No fundo, o Presidente Trump lançou uma mensagem clara, forte e sincera de compromisso – todavia, ao invés do que é habitual, compromisso não significa abdicação de princípios ou recuo nas políticas. Esta ideia de compromisso traduz-se aqui numa mensagem a todos os americanos de que o movimento “Make America Great Again” não é exclusivo; é inclusivo.

Que mesmo aqueles que possam discordar da forma e do estilo de comunicação do Presidente Trump, não se devem distrair do essencial: o conteúdo da mensagem. Das políticas e dos desafios – das realizações dos últimos quatro anos; das aspirações para os próximos quatro anos. O Presidente Trump quis reduzir o ruído – e amplificar, ainda mais, a força dos seus princípios e projetos políticos.

Por outro lado, ao adotar um estilo mais próximo de um “State of the Union” do que propriamente de um discurso típico de convenção partidária, o Presidente Trump quis afirmar uma ideia de liderança, de “homem de comando”, de ideias fortes, de programa politico ambicioso – por contraponto à hesitação e à ausência de propostas políticas de Joe Biden.

Presidente Trump sabe que vivemos tempos de incerteza, que as ameaças ao mundo livre são mais avassaladoras do que nunca, desde a vitória sobre os nazis: o povo americano (e o mundo livre) necessita de alguém que inspire confiança, certeza, determinação, energia e liderança.

Onde Joe Biden mostrou cobardia, amadorismo e resignação, o Presidente Trump mostrou coragem, profissionalismo e ambição.

O GOP e a sua equipa estão de parabéns pela Convenção que montaram com criatividade e competência. Um verdadeiro espetáculo político e televisivo.

Até a cena do fogo-de-artifício no final, sobre o Washington Mall, foi brilhante, replicando a comemoração do “4th of July” – subliminarmente, mostrando que a reeleição do Presidente Trump significará o triunfo do americanismo e da liberdade sobre o anti-americanismo e a prepotência de Joe Biden e sua equipa.

Os dicionários de inglês vão mudar: já não se escreve “bye, bye”, mas sim…”Bi”, Bi”…Biden!

Keep America (and the World) Great – and Greater than Ever Before!

estevesjlemanuel@protonmail.com

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