Futuro novo Embaixador Gomes da Fonseca: o homem certo para ajudar acabando com o resto do Lula que deu Polvo terrível para o Brasil

O mundo precisa de Política com coragem – o que nunca passará de uma ideia vaga, imprecisa, de um lirismo inconsequente, se não for protagonizada por homens corajosos. Homens (e mulheres, sem qualquer discriminação, bem pelo contrário) sem medo, com determinação, capazes de travar várias batalhas sem nunca perder de vista a vitória final na guerra.

Que saibam não desanimar com a derrota – nem exacerbarem (muito menos se deixarem exacerbar pela) a vitória. Que tenham a humildade dos (reais) vencedores – e a motivação e a ambição dos que ainda não ganharam (o que pressupõe saberem que a derrota é apenas a fase de transição para a vitória).

A Política – com evidências notórias nos dias que correm – é uma guerra de ideias e de concretização dessas ideias. Por isso é preciso escolher soldados alinhados com a estratégia do líder: o Presidente Jair Bolsonaro, como um distinto capitão, sabe-o melhor do que ninguém.

Sabe a importância de estar rodeado de pessoas de confiança, com talento, com competência, com vontade de fazer o Brasil caminhar rumo ao seu destino: o de ser um país com elevado desenvolvimento económico, com uma sociedade vibrante, com igualdade na liberdade, com oportunidades para todos.

E o de ser a potência liderante da América latina – com inequívoca projeção internacional. Caminhar sozinho é dificílimo e a vitória impossível. Caminhar acompanhado de pessoas que persistem em puxar para trás, em colocar dúvidas e hesitações permanentes, em espalhar a desanimação geral – é demasiado árduo e adiará a vitória sine die.

Caminhar rodeado de pessoas totalmente alinhadas com um certo projeto político, que tenham liberdade de espírito e probidade de exercício (nas suas funções) – é garantir a vitória final.

O Presidente Bolsonaro sabe o acerto das nossas palavras anteriores: desde que tomou posse tem enfrentado dificuldades diversas e complexas, com muitos dos seus aliados iniciais a tornarem-se nos seus adversários mais brutais. É o funcionamento da política, que ninguém conseguirá evitar (é comum a todos os regimes políticos e a todos os momentos históricos); resta sermos melhores, mais competentes e mais eficientes no difícil processo político-constitucional.

O Presidente Bolsonaro – mesmo os seus ferozes adversários (e são muitos, o que seria previsível – quem quer fazer diferente e melhor não está imune a críticas injustas) o admitem –  tem uma inequívoca capacidade de liderança: mesmo quando a solução não é evidente, muito menos consensual, o Presidente Bolsonaro decide. Porque, afinal de contas, pior que uma má decisão é uma não decisão, mormente em tempos de crise como o que vivemos. E não é que o Presidente Bolsonaro – atacado pela imprensa internacional como “doido”, “maluco”, “ preguiçoso” , “ analfabeto”, entre outros adjetivos que não vale a pena reproduzir, por ter afirmado que a economia não se poderia tratar depois da questão de saúde pública – tinha razão?

Veja-se o caso aqui da Europa: os líderes europeus, tão lestos na condenação do Presidente Bolsonaro, não têm a mínima ideia do que hão de fazer agora, na iminência de uma gravíssima crise social. Talvez devessem ter ponderado que a economia não poderia ser tratada apenas depois da saúde pública – a cura que nos impingiram pode ser tão fatal como a doença.

Hoje, mais do que nunca, o Presidente Bolsonaro precisa de pessoas que estão sintonizados com a sua vontade inquebrantável de mudar o Brasil. No campo específico da política externa, o Brasil tem que construir uma nova abordagem que reflita a grandiosidade do país.

O Brasil não pode prosseguir a política de terceiro mundo, de país irrelevante na senda internacional que caracterizou os Governos socialistas- comunistas.

O Brasil é um país digno, um país de gente séria, trabalhadora, com uma crença inabalável em Deus – e com fé no destino. No seu destino como grandiosa Nação enorme.

O Brasil tem de delinear (e aplicar) uma doutrina em termos de sua política externa à altura da sua ambição, do seu estatuto e da vontade de Liberdade (real) do seu povo.

Há que quebrar com a orientação socialista-comunista lulista no Palácio do Itamaraty ; é o que têm feito, com mestria, o Presidente Bolsonaro e o Ministro Ernesto Araújo.

O discurso proferido pelo Ministro Araújo, aquando da sua tomada de posse como Ministro dos Negócios Estrangeiros, é uma das alocuções políticas mais poderosas e vibrantes dos últimos tempos

Há, sem dúvida, uma mudança de paradigma no Palácio do Itamaraty: à aliança com os terroristas iranianos do Hezbollah e com os criminosos dos regimes de Castro e Maduro, sucedeu, durante a Administração Bolsonaro, uma aliança fraterna e genuína com os EUA, o líder do mundo livre; à ligação com os regimes mais bárbaros à face da Terra (como é o caso do Irão), sucedeu, por opção do Presidente Bolsonaro e do Ministro Araújo, uma irmandade entre o Brasil e o grande e único Estado de Israel; à submissão incondicional ao Partido Comunista Chinês, sucedeu uma relação comercial tranquila (para já) e que será revista a breve trecho, atendendo aos riscos geopolíticos que o Partido Comunista Chinês representa para todos nós.

 Convém recordar que, ao contrário dos políticos europeus, vários políticos brasileiros (incluindo Eduardo Bolsonaro) tiveram a bravura necessária para enunciar a verdade: a implicação do Partido Comunista Chinês na criação deste pesadelo que ora vivemos.

Acresce que o Presidente Bolsonaro e o Ministro Ernesto Araújo reconhecem a relevância insubstituível do Estado-Nação como pressuposto estruturante da própria democracia representativa: a transferência de poder para organizações multilaterais globalistas produziria o efeito (inevitável) de erosão do poder de cada cidadão determinar o destino do seu país. A democracia seria substituída, enfim, pela “globotecnocracia” .

Em tempos difíceis como os que vivemos, não se pode facilitar – nem nas políticas, nem nos políticos, nem mesmo nos técnicos que as executam. Como tão certeiramente referiu o Ministro Ernesto Araújo, na Reunião Ministerial Informal à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas:

Criou-se, aqui no Brasil, talvez em outros lugares, aquilo que a gente talvez pudesse denominar o “sanitariamente correto”. Assim como existe o “politicamente correto”, que é um grupo de dogmas que aponta aquilo que pode ser dito e aquilo que não pode ser dito, aquilo que pode ser discutido e aquilo que não pode ser discutido, agora, na COVID, surgiu uma tentativa de se controlar a partir de finalidades políticas, e não científicas, a verdade do tratamento, a verdade do isolamento social e outros aspectos da pandemia”.

E este “sanitariamente correcto” tem a ceritificação impositiva (para além de incompetente) da Organização Mundial de Saúde.

O Brasil, com a sua política externa guiada por valores e coragem, está iluminando o Mundo. Por conseguinte, a Administração Bolsonaro necessita de pessoas com talento, resiliência – e que genuinamente subscrevam a nova “grande estratégia”.

Fontes diplomáticas internacionais das quais o Presidente Bolsonaro é um grande admirador,  transmitiram-nos que o advogado de Pernambuco, Recife, André Henrique Gomes da Fonseca será designado, nos próximos dias, Embaixador do Brasil em Portugal.

É uma excelente notícia: primeiro, pelas qualidades inegáveis do futuro novo Embaixador do Brasil; segundo, pela certeza de que o Presidente Bolsonaro e o Ministro Ernesto Araújo persistem no lado certo da história, apesar dos ataques permanentes dos media e da esquerda globalista radical; terceiro, porque o futuro novo Embaixador Gomes da Fonseca não tem que se esforçar para se adaptar à política externa da Liberdade, da democracia e do “Humanismo da Fé” gizada pelo Presidente Bolsonaro; ele genuinamente já partilha a visão do mundo com o Presidente do Brasil.

Ora, num momento como este, em que o Embaixador dos EUA é objeto de um ataque sem precedentes desde há muito pela coragem que revelou ao denunciar a influência do Partido Comunista Chinês em Portugal e os riscos geopolíticos que tal acarreta – é uma mais-valia para o mundo livre termos um Embaixador do nosso país irmão que conhece o problema existencial que enfrentamos.

 E que será um aliado na luta contra os inimigos de Israel, executando a nova política brasileira da Administração Bolsonaro de relação privilegiada com Israel, promovendo, ao mesmo tempo, a paz com o mundo árabe.

Isto para além do conhecimento profundo do futuro novo Embaixador André Henrique Gomes da Fonseca de Portugal, da CPLP e da União Europeia: tem tudo, pois, para ser o melhor Embaixador do Brasil em Portugal das últimas décadas.

Quanto a nós, aqui em Portugal, aguardamos, com elevadíssima expectativa, a chegada do Embaixador André Henrique Gomes da Fonseca – o Embaixador certo para executar a política externa brasileira certa.