À REAL DEMOCRACIA


Quando o Brasil resolveu dar uma guinada conservadora grande parte dos cidadãos não pensava ser possível devido ao enorme aparelhamento das instituições pela esquerda, que esteve por mais de 20 (vinte) anos no poder. Mas, o desejo da maioria venceu. Isso porque ainda havia resquícios de democracia em nosso País!

Graças ao nosso amado Presidente eleito, Jair Bolsonaro, atualmente em pleno e incansável trabalho (muito trabalho), para tentar colocar a democracia funcionando a pleno vapor, podemos vislumbrar uma luz no fim do túnel, apesar dos globalistas e a maldita esquerda “caviar” (aquela que quer que você divida o que é seu, mas nunca o dela. A que assalta os cofres públicos em nome dos pobres, que só ficam mais pobres).

Embora com toda dificuldade, com pandemia, com grupelhos praticando política suja e outros roubando quantias inimagináveis, principalmente as direcionadas para os programas de saúde e combate à covid19, ainda assim o Brasil demonstra forte crescimento, mormente no agronegócio e retomada da indústria, comércio e do emprego.

Aproximam-se as eleições de Portugal. Extrema imprensa, globalistas e esquerda caminhando a passos largos e de mãos dadas, pois estão com a faca e o queijo (poder financeiro e de estado).

Urge que cidadãos Portugueses se rebelem contra essa estrutura nefasta implantada e contra o poderio econômico e financeiro que “vem de fora”, pois no meu País foi assim que “tomaram conta”, antes da nossa reviravolta.

Não à toa trago hoje um texto histórico do Pastor e Professor Constantino Ferreira, que sempre traz acréscimo de saber e nos faz apurar o senso crítico e analítico, seja para a vida em sociedade, a pessoal, ou a cidadã.

Eis, o que disse o mestre, que clama por uma sociedade democrática e justa, sem a pressão do politicamente correto (pois quem caminha com amor e justiça não precisa que ditem regras, inda mais as absurdas), e conclama todos a se juntarem ao “Chega”, uma coalisão de mentes democráticas.

“PORTUGAL PRECISA DE TODOS

Portugal provém da Lusitânia, que compeendia uma dúzia de tribos que habitavam a norte do rio Douro, segundo os escritores latinos Estrabão e Plíno. Lusitânia é resultado da miscegenação entre íberos e celtas, que deu em celtibéros, cerca de 1000 a. C. Deriva da organização administrativa e militar do Império Romano por ação de Augusto César em 29 a. C., que dominou a Península Ibérica durante muitos anos. Depois vieram os mouros no séc. VIII d. C. até ao séc. XII d. C.

Chegamos à época de D. Afonso Henriques, que iniciou a reconquista no norte e, quando chegou a Ourique, teve de enfrentar um exército mouro muito maior. Na sua aflição, teve uma visão de Cristo que lhe disse para confiar e ir à luta porque venceria, e assim aconteceu a 9 de Abril de 1139, e ali foi eleito Rei de Portugal. É por este motivo que a nossa bandeira tem cinco quinas com as cinco chagas de Cristo, nas mãos, pés e coração. Seu filho D. Sancho I iniciou a reconquista do Algarve e D. Afonso III a terminou.

Após a revolução de 5 de Outubro de 1910, foi implantada a República Portuguesa, cujo sistema governativo durou até 25 de Abril de 1974. Essa República separou, por decreto, a Igreja do Estado, a fim de não ter mais poder sobre os governantes, mas os cristãos, individualmente, mantêm os mesmos direitos e deveres perante o Estado. Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, significa cumprir todos os nossos deveres a ambos, para termos os mesmos direitos. Convém tomar isto em consideração a bem da nossa Pátria.

A partir de 1975 foi iniciado o sistema democrático em Portugal, que já conta 46 anos, com governos mistos entre PS, PSD, CDS, com algumas alternâncias. Mas, em virtude da situação atual, os portugueses sentem a necessidade de uma mudança no sistema governativo.

Para isso, o Dr. André Ventura respondeu ao clamor dos cidadãos e decidiu criar um partido político que satisfaça essas necessidades. Tendo eu sido convidado pela cristã Lucinda Ribeiro para colaborar na primeira página de apoio a André Ventura, tratei de me informar, primeiro sobre a pessoa em causa, depois sobre os princípios do partido, prestando então a minha colaboração. Então, a 9 de Abril de 2019 era aprovado pelo Tribunal Constitucional o Partido Chega. A seguir, André Ventura concorreu a deputado no Parlamento, onde se encontra no cumprimento da sua missão. Esperamos muito mais dele.

Em virtude do estado social, económico e moral da nação portuguesa, convém angariar muitos mais apoiantes e militantes para crescimento do Chega, a fim de ter mais deputados no Parlamento. São necessários homens e mulheres amantes da pátria e dos portugueses, dedicados, justos e ativos no cumprimento da sua missão. Convém esclarecer que não serão bem-vindos os cristãos que individualmente sintam o dever de apoiar o Chega e contribuir para a nova governação de Portugal. O Presidente da República foi interpelado por uma senhora, na feira do livro, a quem respondeu: “Diga aos portugueses que votarem noutro governo.” É pois o que precisamos, e todos são bem-vindos à luta por Portugal, a nossa querida Pátria.

Uma coisa que nos aflige é a instrução das nossas crIanças nas escolas, devido a temas imorais como a ideologia de género, entre outros. Apelamos aos líderes das igrejas locais para avaliarem o perigo de crianças receberem ensino contrário às Escrituras Inspiradas. E, se o não fizerem os cristãos corretamente, quem o fará?! O líder do Chega, André Ventura, aparece já com 10% nas sondagens para as presidenciais, ocupando o terceiro lugar, e em crescimento constante.

Portugal precisa de homens e mulheres tementes a Deus e submissos à Sua vontade. Só desta forma ajudarão a restaurar a sua nação. Eu apoio André Ventura porque confia em Deus e nos portugueses, é diferente, Homem de confiança, lutador aguerrido, e a Voz dos Eleitores no Parlamento para defender a nossa Liberdade.»

Junte-se ao grupo Chega por Portugal.

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